quinta-feira, 28 de junho de 2012

Belezinhas via Amazon: Dr Zhivago (digibook)

Demorou, mas chegou! Na verdade, o que chegou foi o reenvio, pedido em maio, porque o pedido original, enviado em 1o. de fevereiro, com estimativa de chegada para 23 daquele mês, perdeu-se, escafedeu-se, sumiu nas marolas da Operação Maré Vermelha. Então, sem mais delongas, fiquem com o vídeo em que apresento mais essa belezinha: o digibook (ou bd-book) do clássico DOUTOR JIVAGO!


Gostou? Quer encarar mesmo com a cobrança antecipada de impostos pela Amazon (o que, aliás, ainda assim vai ser mais barato que comprar aqui)? Taí o link!


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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Belezinhas via Amazon francesa

Depois de um hiato maior do que eu gostaria, eis que retorno aqui com mais belezinhas via Amazon. E pela primeira vez da Amazon da França! Oui, messier! Vamos ao video:




 Links para os BDs apresentados no vídeo na Amazon da França:


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terça-feira, 19 de junho de 2012

O último suspiro de Roma

Ler um bom livro é sempre gratificante. Muitas mais gratificante é ler um bom livro sobre um tema que nos interessa a ponto de querer consumir mais e mais sobre esse tema, seja em livros, em revistas ou em documentários e filmes. E foi muito gratificante ler A ÚLTIMA LEGIÃO, do italiano Valerio Massimo Manfredi (lançado aqui pela editora Rocco), que conta a história do último suspiro do outrora poderoso e influente império romano e o nascimento de um mito. 

Narrado em terceira pessoa, mas com uma proximidade magnífica de seus personagens, Manfredi fala da tentativa de salvar o que sobrou da antiga Roma na pele de seu último imperador, Romulus Augustos, então com 13 anos, que fora deposto por uma horda de bárbaros a mando do imperador do oriente, Odoacro. Aprisionado na ilha de Capri, Romulu e seu mestre Ambrosinus são resgatados pelo capitão Aurélio com a ajuda da jovem arqueira Mira e outros legionários sobreviventes do massacre perpetrado por Odoacro. Traídos, eles partem numa jornada pelos territórios romanos rumo a ilha bretã onde, segundo o mestre Ambrosinus, originário daquelas terras, uma profecia se realizará com a chegada do rei-menino, que de posse da espada poderosa trará paz a Bretanha.

Lançando mão de diálogos pomposos, com tempos verbais usados naquela época, e descrevendo com clareza sons, sabores e texturas das paisagens por onde os aventureiros em fuga passam em sua jornada, Manfredi apresenta  uma obra deliciosa de se ler, com trechos tensos e um final glorioso, onde a esperança num futuro melhor é apresentada.

Pena, muita pena que a adaptação de Hollywood para essa obra tenha sido tão fraca, transformando uma aventura tensa em um filme infantil e mal feito... O filme de 2007 foi dirigido por Doug Leffer (artista gráfico responsável por vários storyboards em Hollywood) e estrelado por Collin Firth e Ben Kisnley (coitados...).

Cartaz do filmeco. Não assista!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Quase Famosos


"It's all happening!"

Nesse fim-de-semana eu reencontrei velhos amigos. Pois é assim que me senti ao re-assistir “QUASE FAMOSOS”, obra prima que o diretor e roteirista Cameron Crowe rodou lá nos idos de 2000, baseado em fatos de sua própria adolescência, quando precocemente, aos 15 anos, acompanhou a banda The Alman Brothers por uma turnê pelos Estados Unidos a pedido da revista Rolling Stone. No filme, o auter-ego de Crowe, William Miller (Patrick Fugit), é convidado pelo próprio Ben Fong-Torres, editor da famosa Rolling Stones, a escrever uma matéria para a revista e William indica a banda em ascensão STILL WATER. Está dada a largada para a aventura de uma vida. E que aventura!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Sete dias com Marilyn


O que poderia acontecer quando um jovem herdeiro apaixonado pela sétima arte resolve largar a segurança do lar abastado e ir tentar a sorte na produtora de ninguém menos que Sir Laurence Olivier? Uma aventura inocente, a busca pelo aprendizado... Agora, junte-se a isso o fato de sir Laurence estar produzindo, dirigindo e atuando ao lado de ninguém menos do que a diva da época, Norma Jeane Mortenson, mais conhecida como Marilyn Monroe! Esse mote, a princípio pouco expressivo, se tornou um filmaço nas mãos do diretor Simon Curtis, advindo da TV britânica, e de quebra lhe valeu duas  indicações ao Oscar deste ano: melhor atriz para Michele Williams (Marilyn) e de ator coadjuvante para o shakespieriano Kenneth Branagh (Sir Laurence).
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